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Prof. Ewerton Ramos Granhen

Publicado: Sexta, 04 de Fevereiro de 2022, 17h44 | Última atualização em Sexta, 04 de Fevereiro de 2022, 17h44 | Acessos: 118

Possui Graduação (2006), Mestrado (2009) e Doutorado (2013) em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Pará - UFPA. Atualmente é Professor Adjunto III do quadro permanente da UFPA (campus de Tucuruí-PA). Possui experiência na área de Engenharia Elétrica, com ênfase em Sistemas de Telecomunicações, atuando principalmente nos seguintes temas: Eletrônica, Nanoeletrônica, Transporte Eletrônico em Moléculas e Retificadores Moleculares.

Currículo Lattes

Contato: 

Atendimento: NUT, Sala 05

Projetos:

Meninas na Engenharia Elétrica: 

"Como na maioria das áreas de Ciências Exatas, e na Engenharia Elétrica não é diferente, a escassez de mulheres que optam pelo curso e conseguem adentrar e permanecer, é bastante reduzido. Nos últimos 6 (seis) anos de egressos do curso, houve uma queda de 80% para 40% no numero de mulheres que integralizam o curso. Sendo que, neste mesmo período, a média de mulheres que ingressaram no curso vinha sendo de 22%. Isso mostra um problema sério, que contribui para o aumento do “abismo” na diferença de ocupação desse espaço entre homens e mulheres, em um curso que, historicamente há uma predominância do gênero masculino, principalmente no mercado de trabalho. Portanto, além do desafio de aumentar a inserção feminina na área da Engenharia Elétrica, existe a extrema necessidade de mantê-la. Entre outros fatores que contribuem para esse cenário, estão os diversos tipos de preconceito sofridos, vindos dos docentes e dos colegas que as desestimulam a continuar no curso, segundo relato das mesmas. Nesse sentido, o projeto busca, através de uma série de ações, melhorar a permanência feminina nos cursos até sua conclusão e, se possível, aumentar sua proporção no curso. Para isso, ações de acolhimento e rede de apoio entre as estudantes serão necessárias inicialmente. Em seguida, serão formados grupos de trabalho para estabelecer planejamento de estudos, troca de experiências, treinamento e preparação para o mercado de trabalho. Em paralelo, atividades que visem a conscientização e empoderamento feminino, como forma de enfrentar, desconstruir e superar barreiras, em grande parte, herdadas pelo machismo e patriarcado presentes na sociedade e que permeiam também o ambiente acadêmico e profissional da engenharia, desestimulando a adesão e permanência do público feminino na área."

 

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